quarta-feira, 22 de agosto de 2012

#04. CORINGA



O Coringa é um sádico, psicótico, maníaco, homicida, e portador de grande inteligência, é um dos maiores vilões dos quadrinhos de todos os tempos, são raros os vilões que conseguem popularidade como ele, sendo considerado por muitos como o mais célebre vilão das HQs, ao lado de Lex Luthor, Magneto e Duende Verde. Tem sua imagem pertencente à editora norte-americana DC Comics. O arqui-rival de Batman foi criado pelo roteirista Bill Finger e Bob Kane, sendo inspirado a partir de uma foto de Conrad Veidt no filme "The Man Who Laughs" de 1928, trazida por Bill Finger, e uma carta de baralho trazida pelo desenhista Jerry Robinson. Apareceu pela primeira vez na revista Batman #1 (1940), sendo o primeiro vilão do morcego. Após roubar e matar diversas pessoas, ele encontrou seu equivalente rival: o Batman, daí em diante, o Coringa dedica sua vida a desafiar o herói e a combatê-lo, causando pânico e terror para atingi-lo como ao deixar paralítica a Batgirl, Barbara Gordon, e matar o Robin, Jason Todd, além da esposa do Comissário Gordon.


Existem diversos relatos e histórias sobre a real origem do Coringa assim como seu verdadeiro nome ainda é um mistério. Apesar de em "Batman: A Piada Mortal" (1988) ele contar seu passado na versão mais conhecida e aceita, na própria revista há um momento em que há contradição, onde quase no fim durante a discussão sobre origens, o Coringa diz que ele próprio se confunde com o que ocorreu. "Não sei ao certo o que aconteceu. Às vezes me lembro de algumas coisas, às vezes não me lembro de nada... Se é para ter um passado, prefiro que seja um passado com múltiplas escolhas!"
Sempre com sarcasmos à flor da pele, as situações construídas levam as vítimas passarem a acreditar que elas próprias tem um percentual de culpa por alguma catástrofe provocada, claro, pelo Coringa. Também conseguiu sobreviver a inúmeras situações mortais, tendo sido atirado de precipícios, electrocutado, pego em explosões e baleado diversas vezes e sempre voltado. A mente de Coringa é algo tão complexo quanto se pode imaginar e o fato de sempre dar boas gargalhadas na vitória ou com os próprios fracassos faz com que até Batman tenha uma admiração pelo vilão. Ele nunca é capturado definitivamente, e sua personalidade e suas maneiras de proceder, que são únicos, diante de uma situação são que fazem dele um vilão que tem mais fãs do que muitos super-heróis.


O Coringa tem um grande humor doentio e usa armas mortais inspiradas em comédias. Estas incluem uma luva com dispositivo elétrico (que dá um choque letal), tortas de cianureto e uma flor que espirra ácido. Sua marca registrada e, ao mesmo tempo, arma mais perigosa, é o gás do riso, mais conhecido como "Veneno do Coringa", que força a vítima a rir tão histérica e descontroladamente que acaba por provocar-lhe um colapso fatal. Após a morte, a substância enrijece seus músculos faciais e a deixa com um sorriso enlouquecido, idêntico ao do próprio Coringa além de esbranquiçar a sua pele, de modo a torná-la praticamente uma cópia do vilão.


O curioso é que, apesar de louco, o Coringa é um homem inteligentíssimo, armando esquemas elaborados e possuindo conhecimentos profundos de química, genética e engenharia, alem do seu estado de loucura lhe proporcionar incríveis habilidades marciais. E ainda pode levar seus adversários a igual estado de loucura como, em “A Piada Mortal”, do roteirista Alan Moore, o célebre palhaço tenta enlouquecer o comissário Gordon, mas essa aventura trouxe a morte da esposa Jeannie Gordon, que estava grávida de seis meses, vitimada por um choque elétrico, em um acidente com um eletrodoméstico. Essa habilidade também pode ser vista no filme Batman - O Cavaleiro das Trevas, quando o Coringa entorpece o bom senso de Harvey Dent, subjugando-o às loucuras niilistas de seu subconsciente, quando por fim o promotor acaba por se tornar o vilão Duas-Caras.


Outro exemplo mais avassalador da habilidade para enlouquecer suas vítimas, é quando Coringa envenena Lois Lane com uma poção, dando 24 horas para que se fosse encontrada a cura. Juntos Superman e Batman vão inutilmente à busca do antídoto. No fim dessa empreitada, o Homem de Aço decide levar suas ações às últimas consequências e ameaça matar o Coringa, caso o famigerado insano não lhe desse a cura. No último instante, Superman, preparado para esmagar o pescoço do Coringa, é impedido pelas palavras de Batman, que encontra-se praticamente desmaiado no chão, devido ao golpe que sofrera tentando impedir a tentativa de assassinato. Super-Homem, tocado com as palavras de Batman, ajoelha-se chorando, aceita a derrota e desiste de destruir o vilão. O Coringa gargalha incessantemente… explicando por fim que na verdade após 24 horas Lois Lane acordaria completamente saudável. Batman finalmente levanta-se e ajuda o amigo herói a recompor-se. A grande piada do Coringa nessa trama é que, após ser morto pelo Super-Homem, e esse descobrir que havia exterminado um louco que não havia matado ninguém, o herói, amargurado pela culpa, nunca mais conseguiria continuar a lutar pela justiça, ou ao menos nunca mais seria o mesmo. A intenção do Coringa era levar o herói de Metrópolis à loucura por ter matado um inocente, e por tal infame piada o Coringa estava disposto até mesmo a morrer. O Batman, graças à própria astúcia, entende no último instante tal plano demente. Superman vai embora com admiração pela capacidade de seu melhor amigo, Batman, em conviver dia a dia com tal nível de demência.

NOS QUADRINHOS

Em sua primeira aparição nos quadrinhos, em 1940, o Coringa era um ladrão de joalherias, que matava as pessoas presentes no local do assalto. Nos anos 1940 e 1950 o Coringa sempre aparentava morrer, mas nunca encontravam seu corpo. O personagem se alterou para uma versão mais amena em 1960 devido ao Comics Code Authority (censura do governo norte americano as HQs), que vigiava o conteúdo das histórias em quadrinhos e voltou a uma versão próxima a original em 1973, quando Dennis O'Neil e Neal Adams criaram um Coringa maníaco homicida obcecado com o Batman.
Em 1953, a EBAL (Editora Brasil-América Ltda.), do Rio de Janeiro, lançou as histórias em quadrinhos do Batman no Brasil decidiu que a palavra Curinga, o sinônimo correto para o Joker, em inglês, era muito feia e substituíram por Coringa, como hoje conhecemos. O alter ego do Coringa é Joseph Kerr (Joe Kerr), ou no filme de 1989, Jack Napier.
Em Arkham Asylum: Uma Casa Séria na Terra Séria, escrito por Grant Morrison, é dito que o Coringa não poderia ser louco, mas tem algum tipo de "super-sanidade", no qual ele recria-se a cada dia para lidar com o fluxo caótico da vida urbana moderna. Foi na Detective Comics # 168, em fevereiro de 1951, que revelou que o Coringa tinha sido um criminoso conhecido como Capuz VermelhoO seu passado mais citado foi feito por um funcionário da DC Comics, na publicação Quem é Quem no Universo DC e tem o relato mais amplamente apoiado; com destaque em A Piada Mortal. Atingido pela tristeza, ele tenta desistir do plano, mas os criminosos o obrigam a manter sua promessa. No entanto, são imediatamente capturados pelos seguranças, ao entrarem na fábrica, e um tiroteio se segue, em que os dois criminosos são mortos. Quando o engenheiro tenta escapar, ele é confrontado por Batman, que está investigando o distúrbio. Aterrorizado, o engenheiro salta sobre um trilho e cai num reservatório com produtos químicos e Batman, que o perseguia, ciente dos riscos que tal atitude representaria, não foi atrás. Nadando, o engenheiro conseguiu fugir, porém, quando chegou à margem, sua pele coçava e tinha um ardor intenso, indicando alguma interação química com os resíduos jogados no rio, preocupado com o que aquilo poderia ser, verificou seu reflexo em uma poça d'água, onde constatou que realmente não havia escapado ileso, pois sua pele se tornara branca, seus cabelos verdes e os músculos de seu rosto haviam se contraído severamente, deixando-o com um sorriso histericamente marcante.


O choque dessa metamorfose inesperada, aliado aos problemas que já vivia, foi maior do que a sua mente já terrivelmente atormentada poderia suportar, resultando no nascimento do Coringa. Esta origem é suportada em Batman: O Homem que Ri quando Batman realiza análises químicas do Capuz Vermelho, que ele recuperou da fábrica de produtos químicos durante a sua primeira investigação do Coringa. A identidade do Coringa/Capuz Vermelho é confirmada em Batman # 450, quando Coringa encontra um traje de capa velho que Capuz Vermelho manteve e coloca-o para ajudar na sua recuperação após os eventos de Uma Morte em Família.
A história "Pushback" foi publicada em Batman: Gotham Knights # 50-55 mostra uma versão da história de origem do Coringa, nela, uma testemunha coincidentemente acaba por ser Edward Nigma e relata que a mulher do Coringa foi sequestrada e assassinada por um policial corrupto que trabalhava para os criminosos com o propósito de forçar o engenheiro a realizar um crime. O Coringa tenta localizar o policial que cometeu o assassinato, mas depois que seus capangas são mortos por Prometeu, apenas para depois ser duramente espancado por Silêncio e em seguida é expulso de Gotham. "Payback", também mostra imagens do Coringa pré-desfigurado - identificado como "Jack" - com sua esposa, dando mais suporte a esta versão.


O Paul Dini (Alex Ross) da história "Case Study", propõe uma teoria muito diferente. Esta história sugere que o Coringa era um gangster psicopata e satírico que trabalhou de sua maneira acima da elite criminosa de Gotham até que ele virou o líder de uma poderosa máfia. Ainda buscando as emoções que o trabalho sujo permitia, ele criou a identidade do Capuz Vermelho para que ele pudesse cometer pequenos crimes. Eventualmente, ele teve seu fatídico encontro com o primeiro Batman, resultando em sua desfiguração. No entanto, a história demonstra que o Coringa ficou são, e pesquisou os próprios crimes para se parecer com o trabalho de uma mente doente a fim de se vingar contra Batman, alem de tudo era capaz de evitar a prisão permanente através de defesa de insanidade mental. Infelizmente, o relatório escrito encontrado explicando esta teoria é descoberto ter sido escrito pela Dra. Harleen Quinzel, mais conhecida como Harley Quinn, ajudante e amante insana do Coringa, o que invalida qualquer credibilidade que poderia ter em um tribunal.
A segunda série de Batman Confidencial (# 7-12) re-imagina um Coringa como o criminoso talentoso que abandona a identidade de Capuz Vermelho, conhecido também como Jack, que é quase um suicida devido ao tédio com o próprio "emprego". Ele fala com uma garçonete, Harleen Quinzel, que convence-o a encontrar algum motivo para viver. Jack torna-se um obcecado por Batman, depois que ele termina um de seus empregos, levando Jack a atrair a atenção do Batman em um baile. Jack fere Lorna Shore (quem Bruce Wayne está namorando), levando Batman a desfigurar o seu rosto com um bat-rang. Jack escapa e Batman dá informações de Jack aos mafiosos, que o torturam com uma planta química. Jack mata vários de seus agressores depois de fugir, mas cai em um tonel vazio que é inundado com produtos químicos antidepressivos  que alteram sua aparência para a de um palhaço, completando sua transformação em Coringa.
-       GRAPHIC NOVELS
The Killing Joke
Uma possível origem do Palhaço do Crime foi contada na graphic novel intitulada Batman: The Killing Joke (Batman: A Piada Mortal), de 1988. Escrita por Alan Moore e desenhada por Brian Bolland, é considerada uma obra-prima entre as histórias de super-heróis já escritas. Nela podemos acompanhar a origem do personagem sendo contada através de vários flashbacks. Depois de fugir do Asilo Arkham, Coringa decide provar ao Batman que basta apenas um momento de enorme pressão psicológica para que um indivíduo escolha a loucura como meio de subjugar uma realidade de intenso sofrimento. Para isso o Coringa e seus comparsas invadem a casa do Comissário James Gordon, para sequestrá-lo e o Coringa também  dá um tiro na barriga da filha do Comissário, Barbara Gordon, a Batgirl, deixando-a incapacitada, em seguida ele a estupra (sugerido pelos próprios autores) registrando tudo em fotos. Posteriormente o Coringa leva o Comissário a um parque de diversões macabro e o coloca numa montanha-russa que circula em meio a projeções de fotos de sua filha sendo violentada, com isso ele tenta provar sua teoria, deixando Gordon louco. Após intervenção do Batman, salvando Gordon e prendendo o Coringa, a tese deste não é provada conclusivamente, pois vê-se que Gordon não enlouqueceu, apesar de toda a tortura psicológica a que fora submetido e isso levanta a seguinte questão: Por que será que alguns escolhem a loucura como refúgio de uma realidade massacrante (como o Coringa e o próprio Batman), e outros não? O final da inquietante Graphic Novel se dá com uma piada contada por Coringa ao Batman.
"Tinham dois caras no hospício... Uma noite eles decidiram que não queriam mais viver lá... e resolveram escapar pra nunca mais voltar. Aí eles foram até a cobertura do lugar e viram, ao lado, o telhado de um outro prédio apontando pra lua... apontando para a liberdade! Então um dos sujeitos saltou sem problemas pro outro telhado, mas o amigo dele se acovardou... É, ele tinha medo de cair. Aí, o primeiro cara teve uma idéia. Ele disse:
Ei! Eu estou com minha lanterna aqui. Vou acendê-la pelos vãos dos prédios e você atravessa sobre o facho de luz!
Mas o outro sacudiu a cabeça e disse:
-
 O que você acha que eu sou? Louco??? E se você apagar a luz quando eu estiver no meio do caminho?!"


Nisto, o Coringa começa a rir e de repente, o Batman esboça um sorriso e depois solta uma gargalhada junto com seu maior inimigo. Afinal, quem é o certo nesta história: "O Coringa que quer provar a loucura comum a todos" ou "O Batman que tenta mostrar o ‘lado correto’ da justiça"?

The Dark Knight Returns
Frank Miller em sua primeira graphic novel sobre o Batman, The Dark Knight Returns (O Retorno do Cavaleiro das Trevas), de 1986, que originou a atual trilogia de Batman, deixa a loucura meio de lado e mostra um Coringa extremamente violento e frio, como um assassino em massa assustador, mas sem o viés cômico. Esta versão do Coringa possui fortes conotações homossexuais, colocando até em primeiro plano essa tendência nas relações dele com o Batman, que não manifesta iguais tendências. Uma bizarra relação de amor/ódio num momento de violência gratuita tão extrema do Coringa, que leva Batman a adotar medidas extremas para detê-lo.

Outro que usa essa artifício de retratar o Coringa como homossexual é Grant Morrison em Asilo Arkham. Nesta história ele escreve uma cena em que o Coringa dá um tapa no traseiro de Batman, causando uma previsível polêmica entre os leitores. Batman reage irritado: "Tire suas mãos sujas de mim".

TELEVISÃO e CINEMA

-     No seriado dos anos 1960, Cesar Romero interpretou o Coringa, em uma versão cômica, mas não homicida. Seus planos inusitados incluíam transformar os reservatórios de água de Gotham em gelatina.
-    Nas primeiras séries animadas, o Coringa aparece em um episódio de The New Scooby Doo Movies e um de Superamigos, e cinco episódios da série da Filmation The New Adventures of Batman. Em Batman: The Animated Series, o Coringa é o vilão com mais aparições, tendo uma origem distinta, sendo originalmente um assassino da Máfia. Esta versão também foge da morte muitas vezes, tendo sido atacado por tubarões, caído de uma montanha russa e pego numa colisão aérea. A série também cria sua suposta "namorada" (ou somente funcionária dele, pois o amor entre os dois é meio confuso) Harley Quinn.


-     Em Liga da Justiça, o Coringa aparece em três episódios, ("Injustiça para Todos", "Cartas Selvagens" e "Um Mundo Melhor") também dublado. Em The Batman, uma versão diferente do Coringa aparece, com pele em tom azul-celeste, olhos vermelhos, cabelos bem mais longos e arrepiados e movendo-se de forma mais curvada. Em Batman: The Brave and the Bold, o personagem é baseado na versão criada por Dick Sprang. Ainda há uma aparição do vilão em episódio de Super Choque, que também o faz parecer um homossexual. O Coringa ainda aparece nos filmes animados Batman - A Máscara do Fantasma , Batman Beyond: Return of the Joker e Batman vs. Drácula.

Cinema

§  Em Batman: The Movie, de 1966, também teve Cesar Romero no papel do Coringa.



  §  Em Batman, de 1989, dirigido por Tim Burton, Jack Nicholson interpretou o Coringa, com grande aclamação crítica. O filme criou uma identidade, Jack Napier, colaborador do chefe da Máfia de Gotham, Carl Grissom. Eckhardt, um policial corrupto (como muitos em Gotham), a mando de Grissom, arma uma emboscada para Napier durante um assalto às Indústrias Axis. Enfurecido após descobrir a armação, Napier mata Eckhardt, mas, quando tenta atirar em Batmanque na ocasião ainda era desconhecido da polícia e da mídia de Gotham, a bala ricocheteia na armadura do Morcego e destroça o vidro do contador de um dos tanques, produzindo estilhaços que acertam em cheio as suas próprias bochechas. Gritando de dor e desorientado, ele cai acidentalmente em um tonel de resíduos químicos. Todos o julgando como morto, inclusive Batman, deixam o local. Napier, porém, sobrevive, e após uma cirurgia improvisada para retirar os estilhaços de seu rosto, seus nervos faciais acabam seccionados, deixando sua fisionomia contorcida em um permanente e histérico sorriso. Transtornado e desequilibrado emocionalmente após ver seu reflexo no espelho (que revela também as consequencias do banho de produtos químicos, ou seja, pele branca e cabelos verdes), adota o nome de Coringa, matando Grissom por sua traição e tomando posse da Máfia de Gotham. Porém, adota um estilo bem diferente do poderoso antecessor, chegando a distribuir dinheiro à população para ganhar a simpatia da mídia, e armando planos criminosos com características de piadas infames. Mais tarde é revelado que Napier foi quem matou os pais do Batman, Thomas e Martha Wayne, sendo assim o responsável pelo trauma de infância do então garoto, que o motivou a criar o herói (fato esse que não acontece nos quadrinhos).

      Link para Download: http://uploaded.to/file/ll316ft0

  §  Em Batman Forever, de 1995, dirigido por Joel Schumacher, David Hodges U. interpretou o assasino dos pais de Bruce Wayne (Val Kilmer), em cenas de flashbacks, enquanto Bruce sofria pesadelos. Embora o nome do assassino nunca seja citado, é bem estabelecido que Batman Forever é de fato uma continuação do filme de Burton, o que deixa bem claro que o mesmo assassino dos pais de Bruce é Jack Napier (Coringa).

  §  Em Batman Begins, de 2005, dirigido por Christopher Nolan, o comissário Gordon entrega a Batman uma carta de baralho deixada por um bandido - um Coringa.


  §  Em The Dark Knight, de 2008, também dirigido por Nolan, é introduzida uma nova versão do personagem, interpretada por Heath Ledger (que faleceu com apenas 28 anos em Janeiro de 2008, vitimado por uma overdose de tranquilizantes, antes mesmo da estréia do filme). Este novo Coringa possui um visual mais realista, psicótico e sombrio, com apenas o rosto maquiado (ao contrário de todas as demais versões, nas quais toda a pele de seu corpo é branca), cabelos mais longos que os da versão "clássica", tingidos de verde, além de um sorriso construído com cicatrizes. A origem das mesmas não fica bem clara no filme, pois o próprio Coringa apresenta duas versões para o seu surgimento. Ao mafioso Gambol, afirma que seu pai, drogado e bêbado, cortara sua boca e bochechas. Porém, para Rachel Dawes, diz que ele próprio as produzira, para tentar consolar sua mulher, desfigurada por agiotas, o que acabou por provocar o fim de seu casamento. Ao contrário da interpretação de Jack Nicholson, que mostra um Coringa essencialmente debochado e cômico, Heath Ledger o interpreta de uma forma bem mais dramática e agressiva. Sua personalidade é alucinada e violenta, baseada principalmente em Sid Vicious e "Laranja Mecânica”.


       Link para Download: http://uploaded.to/file/i10w8iph

  Heath Ledger falando sobre seu maior personagem:




O grande show do palhaço do crime: The Jocker



O marcante desempenho foi reconhecido enormemente não so elos fãs de Batman, mas por quase todos que viram o filme, e na minha modesta opinião foi o vilão mais bem interpretado na história do cinema até hoje, também foi premiado pela Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood e pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas que lhe concederam tanto o Globo de Ouro como o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, em 2009.
Coringa é e será por muito tempo o maior vilão dos quadrinhos, afinal sempre tem uma nova piada pra ser contada e com isso a lenda nunca morre.


3 comentários:

  1. holy shit...realmente o joker é outra coisa, a profundidade dessa personagem é enorme.
    eu pessoalmente sempre preferi o joker psicotico sobre o comico. e laranja mecanico é um filme malicioso e psicotico assim como ele.
    vlw, pelo piadinha vo contar ela no churrasco dia 1, aperece aki na cidade um dia desses flw

    ResponderExcluir
  2. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

    ResponderExcluir
  3. queria saber sabree o charada e Stanley

    ResponderExcluir